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Acompanhamento pós-internação

Os 30 dias depois da alta são os mais delicados. Um plano de transição evita a reinternação e acelera a recuperação em casa.

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O serviço

Por que a saída do hospital é um momento crítico

A alta hospitalar não é o fim do problema — é o começo da recuperação. É comum o idoso sair do hospital com receitas novas que conflitam com as antigas, mais fraco do que entrou e com orientações que a família não conseguiu absorver na correria da alta.

O acompanhamento pós-internação organiza essa transição: reconcilia todos os medicamentos, define o plano de reabilitação e monitora os sinais de alerta — em casa ou no consultório — nas semanas em que o risco de voltar ao hospital é maior.

Quando procurar

Especialmente indicado após:

  • Internação por infecção, insuficiência cardíaca ou pneumonia
  • Cirurgia com anestesia geral
  • Queda com fratura
  • Passagem por UTI
  • Qualquer internação em que o idoso saiu mais fraco ou confuso

O que o acompanhamento inclui

  • Reconciliação de medicamentos: receitas novas × antigas
  • Avaliação da força, marcha e risco de queda pós-alta
  • Plano de reabilitação e nutrição para recuperar o que se perdeu
  • Orientação prática à família e ao cuidador
  • Atendimento em casa, no consultório ou por telemedicina

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Perguntas frequentes

Quando deve acontecer a primeira consulta após a alta? +

O ideal é na primeira semana — é quando mais surgem dúvidas de medicação e sinais precoces de complicação.

Pode ser em casa? +

Sim. Para quem sai do hospital com mobilidade reduzida, a visita domiciliar é muitas vezes a melhor opção.

O que é reconciliação de medicamentos? +

É comparar tudo o que o idoso tomava antes com o que foi prescrito na alta, eliminando duplicidades e interações — um dos maiores fatores de reinternação evitável.