Antes de uma cirurgia, uma avaliação geriátrica reduz riscos: revisa remédios, coração, cognição e fragilidade — e prepara a recuperação.
A mesma cirurgia que é simples aos 40 anos pode exigir preparo especial aos 80. A avaliação pré-operatória geriátrica identifica riscos que o exame de rotina não captura: fragilidade, interação de medicamentos, estado nutricional e reserva cognitiva — fatores que mudam tanto a decisão cirúrgica quanto o plano de recuperação.
O resultado é um relatório claro para o cirurgião e a família: o que ajustar antes da operação, quais remédios pausar e como organizar o pós-operatório para reduzir complicações como o delirium.
Vale agendar quando o idoso vai passar por:
Não — complementa. O geriatra avalia o idoso por inteiro (fragilidade, cognição, remédios, nutrição), somando-se à avaliação cardiológica quando ela é necessária.
O ideal é 2 a 4 semanas antes, para haver tempo de ajustar medicamentos e corrigir o que for possível. Casos urgentes são avaliados conforme a necessidade.
É um estado de confusão aguda comum em idosos após cirurgias. A avaliação pré-operatória identifica quem tem mais risco e orienta medidas que reduzem a chance de acontecer.